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Rankings: A Escola Secundária Júlio Dinis inflaciona as notas?

Os “rankings” agora divulgados voltaram a detectar quinze escolas que alegadamente inflacionam as notas. O Ministério da Educação chegou a abrir uma investigação no início do ano a propósito deste assunto. Alunos com melhores notas internas podem ser favorecidos, por exemplo, no acesso à universidade.

O Ministério da Educação e Ciência criou um critério para tentar comparar os critérios utilizados pelas estabelecimentos de ensino, para estudar as diferenças que possam existir. Assim, foram comparadas as notas internas atribuídas pelas escolas aos seus alunos com as notas internas atribuídas pelas outras escolas do país a alunos com resultados semelhantes nos exames nacionais.

A Secundária Júlio Dinis, que este ano nem ficou classificada nos lugares de topo, defende que o indicador divulgado pelo Ministério da Educação no portal Infoescolas deve revelar não só as mais e menos desalinhadas, mas também quantificar esse desvio.

A direcção do agrupamento garante que são cumpridos todos os critérios de avaliação e que “os valores obtidos nas disciplinas do ensino secundário, na classificação interna, estão alinhados com a média nacional”. O director Nuno Gomes diz que “não se pode pedir às escolas que construam o seu projecto educativo com recurso aos conceitos de autonomia e de proximidade à sua comunidade educativa e depois se pretenda implementar um valor médio de referência de classificação interna onde se catalogam as escolas com base em dados parcelares”.

Consulte os “Rankings”:

.Expresso
.Público
.DN
.Correio da Manhã

 

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