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	<title>Mongolia, autor em OvarNews</title>
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	<description>Actualidade Vareira</description>
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	<title>Mongolia, autor em OvarNews</title>
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		<title>[Mongólia/Ovar] Expectativas Cilindradas</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/mongoliaovar-expectativas-cilindradas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mongolia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2016 15:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Olho pela última vez as estepes geladas da Mongólia aproveitando os derradeiros raios de sol do dia em que tudo termina. Nestes momentos somos tentados a fazer balanços&#8230; Mas é impossível fazer uma síntese desta viagem que não deixasse de fora mil e uma histórias mais. Gostaria muito de ter escrito ao ritmo dos &#8230;</p>
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<p>Olho pela última vez as estepes geladas da Mongólia aproveitando os derradeiros raios de sol do dia em que tudo termina. Nestes momentos somos tentados a fazer balanços&#8230; Mas é impossível fazer uma síntese desta viagem que não deixasse de fora mil e uma histórias mais. Gostaria muito de ter escrito ao ritmo dos acontecimentos, mas o ritmo alucinante com que eles decorriam rapidamente me fizeram perceber que ou escrevia, ou vivia. Eu preferi viver e escrever depois.</p>
<p>Viajámos 15.000Km desde Portugal, pela meseta espanhola, pelos vales italianos, pelos bosques balcânicos, pela floresta romena, pelos campos búlgaros, pela costa verde turca, pelas serras georgianas, pela colinas arménias, pelo árido Azerbaijão, pelo deserto turcomeno, pelas planícies uzebeques, pelas estepes cazaques, pela longínqua Sibéria. Finalmente atravessámos meia Mongólia na mais desafiante, arriscada e solitária experiência em off-road até chegar ao nosso destino final, Ulan-Bator, 67h non stop onde aprendi qual o real significado de paciência.</p>
<p>Aconteceu de tudo um pouco. Atravessámos 38 postos fronteiriços com todos os entraves que possam imaginar. Suportámos dos tórridos 40°C turcomenos e os gélidos -23°C da noite mongol. Perdi a conta às vezes que levámos o nosso &#8220;tanque&#8221; ao mecânico. Embrenhámo-nos na complexa história do Cáucaso. Conhecemos a lendária Samarcanda &#8211; um dos meus três sonhos de viagem. Aprendi o que é vastidão nas planícies sem fim do Cazaquistão e a beleza de um céu estrelado no Gobi. Nadámos, caminhamos e dormimos ao relento nas margens do mítico Baikal &#8211; o meu segundo sonho. Conhecemos centenas de pessoas das mais variadas culturas e etnias que nos ensinaram que o que nos une é infinitamente superior às diferenças que nos separam. Superamos como pudémos as dificuldades físicas, psicólogas, mecânicas, meterológicas, burocráticas, económicas, linguísticas.</p>
<p>O meu terceiro e maior sonho, a Mongólia. So porquê, nunca soube ao certo, mas há muitos anos que sentia uma curiosidade inexplicável. Foi uma aventura constante aprender in situ a sua história, língua e alfabeto, as suas etnias, os seus hábitos, religião, superstições. A sua bravura. A sensação de ao fim de dois meses acordar e sentir que Ulaanbaatar, ali, entalada nas estepes asiáticas a 15.000Km de distância, é também a minha casa, é indescritível.</p>
<p>Os dois meses e meio de trabalho voluntário foram tb a oportunidade para ir mais a fundo numa sociedade que me era totalmente estranha, parar além de desempenhar un trabalho socialmente útil. Foi deveras gratificante trabalhar num hospital para sem abrigo e gente sem seguro de saúde, que demonstrando as insuficiências de um serviço de saúde a duas velocidades, me permitiu conhecer as faces mais escondidas da sociedade. De igual forma as consultas domiciliárias nas zonas pobres da cidade e periferia.</p>
<p>Ao organizar um check-up médico sistemático às crianças de um dormitório, em conjunto com a médica residente, consegui ter uma visão sobre a realidade da saúde infantil-juvenil. E finalmente fico feliz por ter participado nos eventos de doação de sangue que demonstraram a excelente organização do Banco de Sangue da Mongólia.</p>
<p>As expectativas não foram apenas superadas, elas foram sumamente cilindradas em três meses absolutamente alucinantes, em que até os piores e mais dramáticos momentos acabaram por descobrir novas e imprevisíveis oportunidades. Talvez o saber viajar esteja precisamente na capacidade de identificá-las, na audácia de aproveitá-las e na coragem de vivê-las. Diria que os maus momentos, o inesperado e o desconhecido são imprescindíveis para estilhaçar por completo os limites que nós mesmos nos impomos a abrir as portas para o mais além, e felizmente há sempre, sempre algo mais além.</p>
<p>баяртай Монгол!</p>
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		<item>
		<title>[Mongólia/Ovar] Voltar de carro</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/mongolia-ovar-voltar-de-carro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mongolia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2016 15:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Então é assim: no que toca às actividades solidárias cumprimos completamente com o objectivo da entrega do material médico e do voluntariado. Mas infelizmente, o terceiro objectivo, da doação do carro, não foi possível. Explicamos. Conforme já dissemos anteriormente, os serviços alfandegários mongóis não aceitaram o pedido da Cruz Vermelha da Mongólia para isentar o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;">Então é assim: no que toca às actividades solidárias cumprimos completamente com o objectivo da entrega do material médico e do voluntariado. Mas infelizmente, o terceiro objectivo, da doação do carro, não foi possível. Explicamos.</span></p>
<p>Conforme já dissemos anteriormente, os serviços alfandegários mongóis não aceitaram o pedido da Cruz Vermelha da Mongólia para isentar o carro de imposto de importação, mesmo sabendo que se destina a doação. Isto sucede porque para além do imposto normal de importação, a Mongólia aplica um imposto especial para carros com mais de 10 anos. E se bem que por vezes é possível isentar os carros de imposto normal quando estes se destinam a doação, a alfândega não quis aceitar isentar do imposto especial. Toda esta situação foi completamente inesperada quer para nós, quer para a CV.</p>
<p>Além disso, como sabem, fizeram-nos pagar este imposto por antecipação à entrada da Mongólia, na forma de um depósito de 6000 dólares, que apenas nos devolverão quando saírmos do país.</p>
<p>Pedimos mais um mês de licença e tentámos de tudo para desbloquear a situação: trabalhamos junto da secretaria-geral da Cruz Vermelha, consultámos advogados e advogados especializados em questões alfandegárias. Considerámos doar o carro na Rússia. Considerámos enviar o carro de volta de comboio até à Estónia, juntamente com os do Mongol Rally. Por várias razões que não vale a pena detalhar, todas estas hipóteses se mostraram impossíveis. E agora temos mesmo de voltar pois já são 2 meses a trabalhar sem ganhar nos quais suportamos 100% dos gastos.</p>
<p>Não há outra hipótese: para não perdermos os 6.000 USD teremos de voltar com o carro até à Europa. Partiremos no fim-de-semana e obviamente vamos escolher uma rota mais directa para chegar, que atravessa a Sibéria. Que não está isenta de problemas, o maior deles o gelo. Vamos fazer os possíveis por chegar rapidamente mas em segurança, possivelmente com um amigo. O carro volta hoje do mecânico onde fez uma revisão geral, comprámos novo filtro de ar e de diesel, já comprámos pneus adequados para a neve e já fizemos uma revisão ao motor que estava a perder rendimento.</p>
<p>Serão alguns dias e 11.000 Km. Atá já.</p>
<p><em>Miguel Jeri</em></p>
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		<item>
		<title>[1700 Km e 67h até Ulan-Bator] &#8211; Miguel Jeri</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/1700-km-e-67h-ate-ulan-bator-miguel-jeri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mongolia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Oct 2016 16:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saímos por volta das 20h de Bayan-Olgiy, em direcção a Khovd, aproveitando os últimos raios de sol ao longo dos primeiros 70Km, asfaltados. À nossa direita, o lago Tolbo relectia as pálidas cores do ocaso. Por volta das 21h &#8211; e com a noite a cair &#8211; chegámos ao ponto temido: aquele onde a estrada &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Saímos por volta das 20h de Bayan-Olgiy, em direcção a Khovd, aproveitando os últimos raios de sol ao longo dos primeiros 70Km, asfaltados. À nossa direita, o lago Tolbo relectia as pálidas cores do ocaso. Por volta das 21h &#8211; e com a noite a cair &#8211; chegámos ao ponto temido: aquele onde a estrada acabava. Daí para a frente estendiam-se, solitários, mais de 300Km de terra batida até Khovd, a próxima cidade. Até lá, apenas a estepe e a escuridão.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" alt="" src="https://scontent-mad.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/14519791_1105955509473383_1294064686890568059_n.jpg?oh=c72737122eeb95b7a6d25b28cd2a1d3c&amp;oe=58AB9B31" width="672" height="445" /></p>
<p>Pode parecer estranho que tenhamos demorado 12h a fazer esya distância. Mas estamos a falar de um jeep já com a suspensão mt fragilizada, que já havia dado vários problemas mecânicos e que não podíamos arriscar de maneira nenhuma uma avaria na montanha, ainda mais quando a sua avaria definitiva significaria a perda da caução de 6000 dólares que pagámos à entrada da Mongólia. E foi com esta Espada de Dâmocles que fizemos toda a viagem.</p>
<p>Na escuridão vislumbrava-se não um, mas um intrincado labirinto de caminhos que apenas mais tarde perceberíamos tratar-se de variações do mesmo, seguindo um percurso mais ou menos paralelo. Perdemo-nos qb, curvamos, subimos, descemos, atravessámos charcos e riachos, perdemo-nos outra vez, o GPS falhava constantemente e às vezes, na dúvida, o último recurso de orientação eram mesmo as estrelas.</p>
<p>Durante boa parte do caminho a média era de 20Km/h. 30Km/h era uma loucura, 40Km/h era incrível e 50Km/h era impossível. A certo momento o GPS avisa-nos que entramos na &#8220;Southern Route&#8221;, onde por alguns minutos conseguimos atingir os 30Km/h. Formidável. O Alejandro não contém a alegria:<br />
&#8211; Es la Souther Route! Es una maravilla!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" alt="" src="https://scontent-mad.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/14484702_1105745232827744_3832087566895851260_n.jpg?oh=0976469898e940d635c098010c2b8107&amp;oe=5861E37B" width="672" height="448" /></p>
<p>Ri-me, Southern Route por alguma razão soa-me a nome de uma qualquer autoestrada de acesso a Miami. Mas a nossa Southern Route não é mais do que um estradão que apesar de ser pouco mais largo, é percorrido por uma série de ondulações transversais que a mais de 25Km/h provocam uma trepidação semelhante à de martelo pneumático, mas que íamos encontrar recorrentemente durante toda a viagem.</p>
<p>Provavelmente o momento mais tenso foi quando consguimos a proeza de enfiar o carro num pântano que as ervas haviam dissimulado. A situação era dramática: a água dava quase pelo chão do jeep e praticamente metade das rodas estavam submersas. Até aqui nunca tinha usado a tracção 4&#215;4, apenas o Luís, quando tinha sido necessária: nas montanhas da Arménia e no Turquemenistão. Na verdade eu considerava-me um nabo profissional ao volante e mal sabia como engatar aquilo. Mas naquele momento, e com o terror de ficar com o carro encalhado naquele nada, quando dei por mim tinha já as 4 rodas a puxar ao máximo, em marcha atrás, antes que aquilo afundasse mais. Mas com o jeep carregadíssimo, o motor a esforçar-se ao máximo e um cheiro a queimado a intensificar-se, tivemos mesmo de pedir a todos para saírem do carro, excepto o condutor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" alt="" src="https://scontent-mad.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/14317389_10205550274555549_1685416829458266568_n.jpg?oh=3d65fc1cea67ec4159f52f4053c24882&amp;oe=585F9902" width="672" height="154" /></p>
<p>Ficámos surpreendidos com o estoicismo das cazaques, especialmente de Kushuk, de apenas 12 anos. Eram quase 2 da manhã, fazia um frio de rachar, estávamos na estepe, não fazíamos ideia onde mas provavelmente a 8 horas do próximo lugar habitado. Longe de se queixar ou lamentar, a miúda não perdeu tempo a agarrar em pedras e colocá-las debaixo das rodas, para lhes dar tracção, juntamente com a irmã. Sabia o esquema de cor e estavam habituadas as estas andanças, mais do que nós. Finalmente e sob uma fumarada infernal o jeep saiu do pântano, graças à tracção 4&#215;4, aos 2700cc e a muita sorte, e respiramos de alívio.</p>
<p><em>M &#8211; Hostias. No puedo ni creer que salimos de esta. Sin Luis. Creo que él estaria orgulhoso de mi.</em><br />
<em>A &#8211; Hasta yo estoy orgulloso de ti, portu.</em></p>
<p>Às 4h30 da manhã o cansaço venceu-me, parei o jeep e dormimos mesmo ali, com intervalos ocasionais para ligar ora a chauffage para não morrermos de frio, ora o motor, para não ficarmos sem bateria. Acordei pelas 6 e pico da manhã com o sol a espreitar pelas montanhas à minha esquerda, a confirmar-nos que íamos na direcção correcta, para sudeste, e continuámos viagem sob um amanhecer inesquecível.</p>
<p><strong><em>Miguel Jeri</em></strong></p>
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            	</item>
		<item>
		<title>[31.08] Doação de material médico &#8211; Bayan-Olgiy</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/31-08-doacao-de-material-medico-bayan-olgiy/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mongolia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Sep 2016 13:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Momento da doação de parte do material médico transportado à Cruz Vermelha de Bayan-Olgiy. O restante será entregue à Mongolian Red Cross Society, na capital, para distribuição pelas regiões mais carenciadas. Ertai, presidente da Cruz Vermelha regional, fala algumas palavras em cazaque, idoma mais falado na Mongólia Ocidental. Alguém traduz. &#8211; He says that we &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/31-08-doacao-de-material-medico-bayan-olgiy/">[31.08] Doação de material médico &#8211; Bayan-Olgiy</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" alt="" src="https://scontent-mad.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/14141749_1081809365221331_6823836849667431643_n.jpg?oh=05ad9270cd499a6883ace966dad5fae8&amp;oe=586675CA" width="346" height="346" />Momento da doação de parte do material médico transportado à Cruz Vermelha de Bayan-Olgiy. O restante será entregue à Mongolian Red Cross Society, na capital, para distribuição pelas regiões mais carenciadas.</p>
<p>Ertai, presidente da Cruz Vermelha regional, fala algumas palavras em cazaque, idoma mais falado na Mongólia Ocidental. Alguém traduz.</p>
<p>&#8211; He says that we are really thankful and impressed that people from a country so far away make this effort and help here in Bayan-Olgyi. These devices will be very helpful, especially among the poor and disabled people.</p>
<p>Momentos que fizeram esquecer imediatamente o pesadelo da fronteira.</p>
<p>Próxima etapa: 1700Km até Ulan-Bator.</p>
<p><strong><em>Miguel Jeri e Alejandro Medel em Ölgiy, Bayan-Olgiy, Mongolia</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/31-08-doacao-de-material-medico-bayan-olgiy/">[31.08] Doação de material médico &#8211; Bayan-Olgiy</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
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		<media:content url="https://www.ovarnews.pt/wp-content/uploads/2016/09/Mongolias.jpg" medium="image"></media:content>
            	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Aqui, as pessoas realmente gostam e sabem dançar!&#8221; &#8211; Portugal/Mongólia</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/20473/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mongolia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2016 21:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecemos a Sarnee no último sábado, numa jornada de primeiros socorros &#8211; First-Aid Day Event, enquanto víamos a pressão arterial às pessoas. Ela nos ajudou como tradutor e no final convidou-nos para sua escola, para que conversarmos com os seus colegas. Na verdade, pensámos que seria uma mera conversa com os alunos, mas quando chegamos &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/20473/">&#8220;Aqui, as pessoas realmente gostam e sabem dançar!&#8221; &#8211; Portugal/Mongólia</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecemos a Sarnee no último sábado, numa jornada de primeiros socorros &#8211; First-Aid Day Event, enquanto víamos a pressão arterial às pessoas.</p>
<p>Ela nos ajudou como tradutor e no final convidou-nos para sua escola, para que conversarmos com os seus colegas. Na verdade, pensámos que seria uma mera conversa com os alunos, mas quando chegamos o que aconteceu foi absolutamente impressionante.</p>
<p>Fizeram-nos entrar num grande auditório com um &#8220;bem-vindo&#8221; todos os alunos nos aplaudiram! Vimos duas cadeiras no centro: eram para nós.</p>
<p>Então, percebemos que eles tinham-nos preparado um espectáculo. Em primeiro lugar, um rapaz tocou guitarra tradicional mongol e uma menina cantou uma canção local. Depois, apresentaram-se em Inglês, com a ajuda de professores de inglês, e tivemos oportunidade de ter uma boa conversa sobre os nossos países, mas também escolas, clubes escolares, passatempos, planos e sonhos.</p>
<p>Em seguida, organizaram-se dois grupos para nos ensinar o jogo nacional mongol. Após os jogos, bem divertidos, houve uma sessão de dança, com coreografias de música moderna.</p>
<p>Aqui, as pessoas realmente gostam e sabem dançar!</p>
<p>Estamos muito gratos por este momento, e também impressionados, principalmente pelo nível da organização do evento. Na verdade, a maioria das coisas foi organizada pelos alunos, provando ser uma iniciativa excelente, com autonomia, responsabilidade e dinamismo. Além disso, a organização da escola ajuda, estimulando as crianças a formar clubes diferentes em diferentes áreas (ecologia, esportes, artes, etc).</p>
<p>Memorável!</p>
<p><strong><em>Miguel Jeri e Luís Rodrigues na Mongólia</em></strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" alt="" src="https://scontent-cdg.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/14316961_10205568902221229_3553009733715005621_n.jpg?oh=3d86768809ecc73bf5f4a6b496187849&amp;oe=583F7E2C" width="538" height="403" /></p>
<p><em>Com Khandmaa, médica da 85th school dormitory, e a sua filha Gachuurt, perto de Ulan-Bator.</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/20473/">&#8220;Aqui, as pessoas realmente gostam e sabem dançar!&#8221; &#8211; Portugal/Mongólia</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
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            	</item>
		<item>
		<title>[Dia 46 . 30/Ago] 15 mil Km e 18 países depois</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/dia-46-30ago-15-mil-km-e-18-paises-depois/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mongolia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Sep 2016 15:11:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Durante dias esta imagem foi o cenário algo desolador da viagem: o carro bloqueado na fronteira. Como sabem fizemos um enorme esforço por angariar fundos e para a compra dos dispositivos médicos que transportamos. Se bem que é verdade que esta viagem também teve muito de aventura e enriquecimento pessoal, também é verdade que &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/dia-46-30ago-15-mil-km-e-18-paises-depois/">[Dia 46 . 30/Ago] 15 mil Km e 18 países depois</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Durante dias esta imagem foi o cenário algo desolador da viagem: o carro bloqueado na fronteira. Como sabem fizemos um enorme esforço por angariar fundos e para a compra dos dispositivos médicos que transportamos. Se bem que é verdade que esta viagem também teve muito de aventura e enriquecimento pessoal, também é verdade que o transporte das sete caixas de material médico foi um esforço considerável (falta de espaço no jeep, atrasos para revista e muita papelada nas fronteiras).</p>
<p>Fizemos 15.000Km, atravessámos 18 países e 27 postos fronteiriços, serras, rios, desertos, o Cáspio, andámos por estradas boas e más, estradões e caminhos de montanha. Até chegar à Mongólia tínhamos tido muitos problemas mas tínhamos superado tudo com esforço e criatividade: imprevistos, problemas mecânicos, prazos dos vistos, burocracias.</p>
<p>İronia do destino, o 28o e último posto fronteiriço foi precisamente o que nos criou os mais difíceis problemas: o da Mongólia. Apesar dos esforços atempados da Cruz Vermelha da Mongólia para isentar o carro de imposto de importação (uma vez que o carro iria ser doado e não vendido) as autoridades mongóis negaram a isenção deste imposto que vale nada mais nada menos que uns absurdos 6000 dólares (13,6 milhões de tugrugs). Isso mesmo: 6000 dólares para doar o carro. É claro que não vamos pagar essa quantia para doar um carro. A alternativa é fazê-lo sair do país. A pior parte é que mesmo assegurando à aduana que o carro volta a sair, esta exige o pagamento desta quantia como depósito (!), como garantia de que não o doamos/vendemos cá. Caso a Cruz Vermelha não consiga entretanto a isenção de imposto, o carro vai ter mesmo de sair, contrário perderemos o depósito de 6000USD. Logo veremos que destino lhe daremos.</p>
<p>A cidade mais próxima da fronteira, Bayan-Olgyi, ficava a 100Km e foi uma autêntica odisseia para conseguir levantar esse valor, uma vez que apenas um banco aceita Visa e tem limite de levantamento diário (levaríamos duas semanas para levantar tudo&#8230;), para não falar de mil entraves e dificuldades de todos os tipos que possam imaginar.</p>
<p><strong><em>Luís Rodrigues e Miguel Jeri a caminho da Mongólia</em></strong></p>
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		<title>[Dia 46 . 30/Ago] Chegámos a Ulan-Bator!</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/dia-23ago-chegamos-a-ulan-bator/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mongolia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 22:25:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boa noite! Em primeiro lugar queremos deixar as nossas desculpas por todo este tempo sem dar notícias mas aconteceu muita, imensa coisa. Os problemas que enfrentámos tiveram uma evolução muito imprevisível (por várias vezes nem nós sabíamos como os resolver) e ocuparam-nos imenso tempo e esforço, para além da ligação à net estar poucas vezes &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite! Em primeiro lugar queremos deixar as nossas desculpas por todo este tempo sem dar notícias mas aconteceu muita, imensa coisa. Os problemas que enfrentámos tiveram uma evolução muito imprevisível (por várias vezes nem nós sabíamos como os resolver) e ocuparam-nos imenso tempo e esforço, para além da ligação à net estar poucas vezes disponível.</p>
<p>Nos próximos posts vamos tentar fazer um resumo com fotos do que nos aconteceu, e posteriormente faremos un relato como deve ser do que tem sido a nossa experiência na Mongólia. Mas de momento queremos dizer: CHEGÁMOS A ULAN-BATOR! COM O JEEP E O MATERIAL MÉDICO <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Já visitámos a sede da Cruz Vermelha aqui na capital e antes acompanhámos o seu trabalho junto da fronteira ocidental. Vamos actualizar agora. Um abraço a todos.</p>
<p><strong><em>Miguel Jeri e Luís Rodrigues na Mongólia</em></strong></p>
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		<title>[Dia 39 . 23/Ago] Caminhos separados</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/dia-46-23ago-caminhos-separados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mongolia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2016 20:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imaginem o seguinte cenário: por razões que explicaremos mais tarde com mais calma e pormenores, onde pensávamos que ia ser mais fácil entrar com o carro e material médico foi na verdade o sítio mais difícil, moroso e custoso, sim custoso. Em traços gerais, depois de muito falar, argumentar, provar e com &#8216;conects&#8217; o jipe &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Imaginem o seguinte cenário: por razões que explicaremos mais tarde com mais calma e pormenores, onde pensávamos que ia ser mais fácil entrar com o carro e material médico foi na verdade o sítio mais difícil, moroso e custoso, sim custoso.</p>
<p>Em traços gerais, depois de muito falar, argumentar, provar e com &#8216;conects&#8217; o jipe ficou bloqueado à entrada, na fronteira da Mongólia. Passamos dia e meio a tentar até que visto que este processo ia demorar tempo (dias) e eu com um voo para apanhar, enquanto o Miguel e o Alejandro esforçam-se por resolver o desbloqueio eu tenho de seguir viagem.</p>
<p>E por agora separam-se os nossos caminhos. O prometido será cumprido, o jipe chegará a Ulanbator mas sem mim. Este é para mim um final impensável e infortúnio, é ingrato, esperava tanto vivermos esta estepe juntos, guiar e parar o carro, dar a chave e apertar a mão&#8230; Aqui entra uma aventura bizarra, algo dura e cansativa.</p>
<p>Tentem visualizar o seguinte:<br />
De Bayan-Ulgh a Ulanbator distam 1700km que foram feitos em 56h (sim, 2 dias + 8h já fizeram contas a média km/h?), pois, autocarro velho, 44 kazakes e um tuga lá ao fundo no banco de trás, encostado ao vidro (mesmo), todos a falar kazaz e eu a falar com a paisagem, autocarro atulhado de malas no corredor central quase até ao pousa braços, calor de dia e de noite, A/C quando abriam o postigo no tecto, para dormir todos esticados e eu em minoria lá lutava pelo meu território.</p>
<p>Estrada: 600km de asfalto e 1100km de estradão por estepe pura (sim muito bonito acreditem, montanhas, pastoricia, lagos, guers, cavalos) mas ao fim de algumas horas de pedras, lombas, desvios, riachos (ok estamos a invadir a natureza), num autocarro já bem rodado, atafulhado, com difícil comunicação, foi duro, não via fim ao caminho.</p>
<p>O autocarro só parou em 3 condições, 1 hora para &#8220;necessidades&#8221; 3 horas para jantares em guers, no meio não faço ideia de onde, alimentados a geradores e 10 horas em 3 avarias mecânicas.</p>
<p>Eu de noite solidário sofria em silêncio com o sofrimento dos condutores, a conduzirem em plena escuridão, só com as luzes do autocarro, com tudo a dormir, eu podia sentir as milhentas passagens de caixa entre 1.a e 2.a velocidade a desviar de &#8220;pedrinhas&#8221; e buracos, as vezes que ligou o autocarro a subir e a descer pois tinha problemas no alternador e motor de arranque. Cansados? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Miguel e Alé, portem-se mal, eu sei que manjam disso melhor que eu e o jipe e o material chegaram bem e em breve ao destino. Não vivemos juntos mas aproveitem como eu sei que sabem. Até já. MUNDO</p>
<p><em>Luís Rodrigues a caminho da Mongólia</em></p>
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		<title>[Dia 31 . 16/Ago] Às portas da Mongólia</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/dia-31-16ago-as-portas-da-mongolia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mongolia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2016 18:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabemos que já devíamos ter dado notícias mas desde a entrada no Turquemenistão começaram tantos problemas e imprevistos que a viagem se tornou numa espécie de McGyver da vida real e num autêntico rally contra o tempo. Durante a travessia do deserto do Turquemenistão os carretos da caixa de velocidades moeram e tivemos de fazer &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que já devíamos ter dado notícias mas desde a entrada no Turquemenistão começaram tantos problemas e imprevistos que a viagem se tornou numa espécie de McGyver da vida real e num autêntico rally contra o tempo.</p>
<p>Durante a travessia do deserto do Turquemenistão os carretos da caixa de velocidades moeram e tivemos de fazer 850Km sempre em quarta, arranjámos forma de substitui-la no Uzebequistão (ficámos pros a regatear em uzebeque e russo), corrigimos as barras de torção numa aldeia do Cazaquistão e depois a direcção perto de Almaty, e no meio houve ainda tempo para substituir dois pneus que foram aos arames pelo desalinhamento.</p>
<p>Ficámos sem gasolina no Uzebequistão depois de 300Km sem encontrar uma bomba e sem bateria quando sucumbimos ao sono. Tudo isto quase sem net e, para tornar as coisas ainda piores, com uma data limite: 14/Agosto, data de fim do nosso visto para a Rússia. Tivemos apenas 2 dias para fazer todo o Cazaquistão conduzindo dia e noite, reparar todos os problemas mecânicos e confiar que nos deixassem entrar na Rússia no último dia. Inimigos: milhares a buracos das estradas; auto-stops da corrupta polícia cazaque; linhas contínuas; camiões; relógio. Mas conseguimos. Às 18h de ontem, hora local, chegámos à fronteira e entrámos na Rússia com a condição de pedir extensão do visto.</p>
<p>É oficial, estamos na Sibéria. Descansem que no Uzebequistão e Turquemenistão tivemos tempo para visitar algumas cidades e monumentos. Vamos voltar a postar fotos e vídeos!</p>
<p><em>Miguel Jeri e Luís Rodrigues a caminho da Mongólia</em></p>
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		<title>[Dia 16 . 1/Ago] Em Shaki</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/dia-16-1ago-em-shaki/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mongolia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2016 16:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nós juramos que quando chegámos a Shaki, Azerbaijão, por volta das 19h, a nossa intenção era ver o palácio dos Shaki Khans, o museu, dar uma volta pela vila e comer uns típicos qutabs com çai. E quanto muito descansar um pouco das 27h percorridas desde Erevan, do off-road nocturno, dos problemas fronteiriços, etc. &#8211; &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nós juramos que quando chegámos a Shaki, Azerbaijão, por volta das 19h, a nossa intenção era ver o palácio dos Shaki Khans, o museu, dar uma volta pela vila e comer uns típicos qutabs com çai. E quanto muito descansar um pouco das 27h percorridas desde Erevan, do off-road nocturno, dos problemas fronteiriços, etc. &#8211; Luís acho que devíamos comer, beber qualquer coisa e sair máximo 22h a ver se chegamos a Baku pelas 2 e ainda dormimos um bocado no hostel.<br />
&#8211; Sim mas também não gosto deste restaurante. Deixa-me ve só mais este. Acho que tem música lá dentro.<br />
&#8211; Ok. Mas despacha-te. Ainda temos 4h e à noite.</p>
<p>Depois foi tudo muito rápido. Era um casamento e num ápice tinham-nos convidado (arrastado?) lá para dentro, a dançar música azari, sentaram-nos, deram-nos comida, serviram-nos bebidas, ofereceram-nos cigarros e de repente éramos a atracção da festa. Os papéis inverteram-se: de fotógrafos passámos a ser os fotografados, e vice-versa.</p>
<p>Grande final de dia com festa de arromba. Saímos tarde e ainda com os passos de dança azari nos pés. Siga para Baku!</p>
<p><strong><em>Miguel Jeri e Luís Rodrigues a caminho da Mongólia<br />
</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/dia-16-1ago-em-shaki/">[Dia 16 . 1/Ago] Em Shaki</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
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