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As dragas já estão nas margens da Ria

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As cinco dragas que vão operar nesta fase da empreitada de desassoreamento na Ria de Aveiro, já se encontram nas margens da laguna, sendo que a entrada em acção deverá acontecer no final deste mês de Junho, uma imposição da Declaração de Impacto Ambiental que protege as zonas de nidificação das aves.

Neste momento, estão em curso os actos preparatórios que constituem a base da operação em curso, que inclui a montagens dos estaleiros em vários locais, segundo revelou Ribau Esteves ao Diário de Aveiro, administrador da Polis Polis Litoral Ria de Aveiro – Sociedade de Requalificação e Valorização da Ria de Aveiro S.A. promotora da obra em curso.

A fase inicial da obra inclui ainda prospecções arqueológicas, implantação das contenções em madeira para os depósitos de sedimentos nas margens da Ria e montagem das linhas desde os canais da Ria até aos locais previstos para a repulsão ou deposição dos sedimentos.

A empreitada designada por Transposição de Sedimentos para Optimização do Equilíbrio Hidrodinâmico na Ria de Aveiro (também designada por Desassoreamento na Ria de Aveiro) foi adjudicada por 17,5 milhões de euros, e terá um prazo de execução de 15 meses.

Serão dragados os Canais de Mira, de Ovar, da Murtosa e de Ílhavo (Rio Bôco), esteiros e Canais do Lago do Paraíso e a Zona Central. O objectivo é melhorar a navegabilidade, estimular o uso da ria, promover os desporto náuticos, a pesca e a agricultura, diminuir a erosão costeira, reforçar as margens, defender os campos da intrusão salina, reforçando os muros para barrar as marés salgadas.

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